quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Uma balada fantástica... para retornar

Uma balada para iniciar as atividades neste blog dedicado a literatura.

Balada da Sílfide Dançarina
Alec Silva


A sílfide voa alegre pelo ar,
Sob o hino das salamandras a dançar,
Com um duende a lhe olhar,
Beija-flores a lhe acompanhar.
A dança que a faz se agitar
É a dança da brisa do mar
Que faz o campo se movimentar
E a for se despedaçar.

O jardim é um bom lugar
Para uma criatura querer habitar,
Tão mágico para se morar!
A sílfide começa a cantarolar
Enquanto os seus pés continuam a bailar,
As asas a fazê-la voar
E os olhos negros a brilhar
Com a magia do salamandrar

Ela pousa na roseira a desabrochar,
O aroma da rosa começa a aflorar,
Em nenhum espeto quer se furar.
A noite chega devagar,
Alua começa a tudo iluminar.
E continua a sílfide a se entregar
Na dança que não  deseja parar
Sob o brilho do luar.

Paasinhos suaves de um belo dançar,
Dança a sílfide o salamandrar,
Ora no sólido, ora no ar,
E nem se preocupa em parar.