terça-feira, 14 de agosto de 2012

Crie um booktrailer para a dualogia "Os Herdeiros dos Titãs" e concorra a até R$ 1.000,00

Fanart de Celly Monteiro

1. Para concorrer, é necessário elaborar um vídeo de divulgação da obra.

2. É necessário que o vídeo tenha imagem e som.

3. A escolha do que será representado é livre, desde que relacionado à temática da obra, tanto o primeiro livro, De Lutas e Ideais, quanto o segundo, A Mão do Destino.

4. O vídeo deve ser postado no youtube. O autor, porém, é livre para postá-lo noutros lugares.

5. No ato da inscrição, feita por e-mail, o autor deve se identificar, colocando também o link de onde o vídeo foi postado. A mensagem deve ser enviada para o endereço ericmusashi@gmail.com

6. É permitido participar com mais de um vídeo, ou em mais de uma etapa do concurso, ficando a cargo do participante decidir quantos vídeos produzirá e inscreverá.

7. Os vídeos serão julgados por uma banca formada por três pessoas, recebendo notas de 1 a 5 nos seguintes critérios:
a. Criatividade
b. Originalidade
c. Fidelidade ao objetivo proposto
d. Combinação áudio/vídeo
A soma resultará numa nota de 4 a 20 pontos. O vídeo de maior pontuação será o vencedor da etapa. Em caso de empate, aquele que tiver pontuação maior no critério A, vence. Persistindo a igualdade, passa-se ao B, e assim sucessivamente.
Ainda restando candidatos empatados, a banca votará até que reste apenas um vídeo.

8. O vencedor de cada etapa estará automaticamente classificado para a grande final. Isso não o impedirá de seguir concorrendo. Para a final, ele poderá inscrever um novo vídeo, se for de sua escolha, ou fazer ajustes no seu.

9. Os vencedores de cada etapa serão revelados nos dias:
30 de setembro (primeira eliminatória)
28 de outubro (segunda eliminatória)
30 de novembro (terceira eliminatória)

10. A finalíssima se dará dia 02 de dezembro. Os vencedores serão contatados para enviarem dados para o recebimento dos prêmios. Caso algum dos vencedores não se manifeste no prazo de sete dias, o prêmio que lhe cabia será dividido entre os outros vencedores. No caso de nenhum vencedor responder, aqueles que ficaram em segundo lugar em cada uma das eliminatórias será convocado para uma nova final, em data posteriormente anunciada.

11. Caso um mesmo candidato tenha vencido duas etapas, ele participará da finalíssima com seus dois vídeos vencedores, e será premiado em duas posições. Na situação rara de um mesmo candidato ser nomeado em todas as etapas, ele receberá os três prêmios.

12. Os prêmios são de:
R$ 700,00 para o primeiro colocado
R$ 200,00 para o segundo colocado
R$ 100,00 para o terceiro colocado

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Postagem Especial - Rock e Literatura

Esta postagem estará em todos os meus blogs, devido a importância que possui tanto em termos culturais e artísticos quanto em termos sociais.
Dia 13 de julho, como alguns devem saber, comemora-se o Dia Mundial do Rock, uma das datas mais fodásticas. Motivos? Veja o que nos diz a boa e querida Wikipédia:


Em 13 de julho de 1985Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The WhoStatus QuoLed ZeppelinDire StraitsMadonnaQueenJoan BaezDavid BowieBB KingMick JaggerStingScorpionsU2Paul McCartneyPhil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.
Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.
No Live 8 o Grupo de Rock Britânico Pink Floyd tocou junto, depois de 20 anos de separação.
Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.


Traduzindo: só teve fera! E foi por uma boa causa, e não para promover a baixaria, a sem-vergonhice, como ocorre em muitos eventos por aí afora. Bacana, não?

E eu, como um roqueiro em estado experimental, não poderia de deixar de postar alguma coisa sobre esta data tão especial e que nos orgulha (a nós, roqueiros, independente de qual estilo ou vertente). Como não quero (e nem ouso) contar a longa e consagrada história do rock.

Então, olhando minha longa lista de músicas e bandas aqui, resolvi mencionar algumas que são bem interessantes e me inspiraram a escrever, seja um poema, seja um conto ou um livro maior. É apenas uma pequena dose, se comparada a infinidade de variedades que temos por aí.

Atualmente escrevo um romance que possui fortes elementos dos contos de fadas (favor, consultar postagens sobre o assunto), sendo sombrio e violento, com toques sensuais e lendários. Adotei os sons do Gothic Metal, Progressive, Black, Power e Symphonic. Exemplos: Within Temptation, Evanescense, Visions of Atlantis, Nightwish, Hydria, Myrath, Powerwolf, Almah, Angel Dust, Moonspell.

Recentemente, contudo, estava ouvindo U2, Scorpions, Bob Dylan e Duran Duran para um livro de aventura (nada a ver, eu sei, mas era o que me ajudava a escrever).

Baseando-me no que já escrevi e no que ouço, posso recomendar a seguinte lista a quem quer escrever ou ler um determinado gênero literário:

  • Aventura: Uma boa pedida talvez seja Shaman, Angra, Powerwolf, Opeth, Moonspell, Myrath e bandas que puxem ao Progressive, Power, Black ou Alternative. Linkin Park é uma boa também. Se a aventura for mais sombria, ouça Vader, se tiver coragem, ou  Amon Amarth!
  • Romance: Duran Duran, Scorpions, U2, algumas de Bob Dylan, duas ou três de Shaman ou Angra, de Linkin Park ou a banda Huaska, que já comentei numa postagem, são boas pedidas.
  • Suspense: Espere qualquer banda com temática sinfônica ou melódica. Tente Moonspell.
  • Ficção Científica: Bem, experimente Rammstein, Linkin Park, algo no estilo do Industrial Metal, por exemplo. Músicas com temáticas sociais, como é o caso do System of a Down.
  • Horror: Sem exceção, ouça Gothic, Power, Progressive, Black ou qualquer banda com temática sombria. Moonspell, Vader, Powerwolf, Opeth, AC/DC, Black Sabath, Marilyn MansonDesolate Ways... Se mencionar o Capeta ou soar muito satânico, pode ouvir! Ou não, vai depender do nível de horror da história... 
  • Fantasia: Uma ampla variedade aqui, pois é uma vertente quase infinita de possibilidades. Ouça tudo o que já citei acima, dependendo da temática, da trama... 


Bem, é mais ou menos isso... Com o tempo vou postando algumas bandas preferenciais.
Espero que tenham gostado...
Se não gostou, ouve Restart que passa...

terça-feira, 3 de julho de 2012

20/07, Dê um livro nacional de presente

          Repetindo a iniciativa de sucesso do ano passado, Ademir Pascale, em seu blog, está fazendo uma promoção para ajudar na divulgação da literatura nacional. Dia 20/07, e nos dias que antecedem a data, serão oferecidos descontos e outras facilidades (como frete grátis) para a compra de livros nacionais de autores que aderiram à campanha (incluindo eu, claro).


          Os Herdeiros dos Titãs, desde esta semana até o dia 20/07, será vendido a R$ 17,00, comprado diretamente aqui no blog. Isso é  menos da metade do preço nas livrarias (R$ 42,00).

          Aproveitem!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Prévia da HQ de Os Herdeiros dos Titãs


          Em breve, a Giostri publicará uma HQ de 28 páginas de introdução à dualogia Os Herdeiros dos Titãs. Com roteiro elaborado por mim, a arte será do Evandro, do Endless Comics.
          A seguir, uma prévia de algumas páginas da HQ, ainda sem previsão de lançamento:







sábado, 2 de junho de 2012

Meus Comentários: John Carter - Entre Dois Mundos

Primeiro: CARA, COMO É BOM RETORNAR A ESTE BLOG TÃO DEMOCRÁTICO! Estava com saudades de postar aqui; e até pensei em exclui-lo, mas graças a Zeus não o fiz!
Segundo: Deixe-me retornar às postagens com uma sessão só de comentários sobre filmes, livros e afins.

E escolhi o filme John Carter - Entre Dois Mundos (na boa, este subtítulo é ridículo!), da Disney.
Não é uma resenha, mas uma opinião, portanto, subjetiva, certo?

  • Qual gênero classificar John Carter - Entre Dois Mundos?
Primeira besteira (sim, besteira) é a classificação quanto ao gênero do filme. Segundo a Wikipédia, " John Carter (no BrasilJohn Carter: Entre Dois Mundos) é um filme americano de fantasiaficção científica e de westerns sobre John Carter, o personagem principal na maior parte da série de livros Barsoom de Edgar Rice Burroughs. É dirigido por Andrew Stanton e o interpretante de Carter é Taylor Kitsch."
Não, definitivamente não!
Tudo bem que o filme misture elementos de fantasia, FC e western, mas, a própria Wikipédia, no verbete fantasia científica nos apresenta o seguinte: "Fantasia científica é um gênero misto de narrativa que contém alguns elementos de ficção científica e fantasia. Ambos os gêneros e especialmente a fantasia, são eles mesmos pobremente definidos; conseqüentemente, a fantasia científica se furta ainda mais a uma definição."
Mais à frente, cita o subgênero ESPADA E PLANETA. "Muitos trabalhos de Edgar Rice Burroughs se encaixam nessa categoria, bem como aqueles de seus imitadores tais como Otis Adelbert KlineKenneth BulmerLin Carter e John Norman. Eles são preponderantemente classificados como "fantasia científica" por causa da presença de espadas e, geralmente, de um sistema social aristocrático arcaico; os romances de Burroughs, todavia, são céticos em espírito e quase livres de elementos "fantásticos" não-racionalizados."
Indo a outro verbete, romance planetário, vemos novamente o nome de Edgar Rice Burroughs ser mencionado numa lista de autores do gênero. E tem uma seção só para ele!
Edgar Rice Burroughs e as histórias de "Espada e Planeta

O primeiro autor a obter um grande mercado para esse tipo de história foi Edgar Rice Burroughs, cujos primeiros episódios da série Barsoom apareceram no "pulp" All-Story em 1911. Ainda que os escritos de Burroughs não fossem inteiramente originais, ele ao menos popularizou o conceito do tipo de aventuras "pulp" em outros planetas. O "Barsoom" (Marte) de Burroughs manifestava uma mistura caótica de estilos culturais e tecnológicos, combinando dispositivos futurísticos tais como "pistolas de rádio" e máquinas voadoras suspensas por um misterioso raio levitante, com anacrônicas cargas de cavalaria marcianas, um sistema feudal com imperadores e princesas, muitas lutas de espadas, e um código marcial pouco crível para justificá-las. O universo de Duna de Frank Herbert e Star Wars de George Lucas são descendentes diretos desta tradição de fundir o futurístico ao medieval. O conteúdo das histórias de Barsoom era pura fanfarronada, constituindo-se numa série de aprisionamentos, lutas de gladiadores, fugas ousadas, matança de monstros e duelos com vilões. Elementos de fantasia são mínimos; com exceção da telepatia, a maior parte dos exemplos de "magia" são dispensados ou expostos como parvoíces.
As histórias de Burroughs deram origem a um grande número de imitadores. Alguns, como Otis Adelbert Kline exploraram o novo mercado que Burroughs havia criado; mesmo Burroughs imitou a si mesmo em sua série sobre Vênus, iniciada em 1934. Depois de estar fora de moda por algumas décadas, os anos 1960 viram surgir um interesse renovado em Burroughs e na produção de imitações "burroughsianas" por autores como Lin Carter e Michael Moorcock. Este gênero conscientemente imitativo, influenciado também por autores de espada e feitiçaria como Robert E. Howard, atende pelo nome de ficção "Espada e Planeta"; ela é essencialmente estática, um gênero "retrô", visando reproduzir mais do mesmo gênero de história, com pouquíssima variação numa fórmula estabelecida. Talvez por essa razão, muitos autores de "Espada e Planeta" tenham escrito séries com seqüências exageradamente longas, o exemplo extremo sendo a saga deDray Prescot de Kenneth Bulmer, composta de cinqüenta e três romances."
Enfim, o filme DEVERIA entrar no gênero da FANTASIA CIENTÍFICA, subgênero ESPADA E PLANETA!
Simples. Talvez isso tivesse salvado a imagem do filme e dado alguma originalidade, pois o tema se tornou corriqueiro em livros e filmes.

  • A marca Disney sempre estragando tudo e outros fatores...
O filme foi mal de bilheteria nos EUA. Culpa de quem? Do quê?
Primeiro, como apontaram a maioria, culpa da marca Disney de qualidade, que não vem conseguindo fazer boas adaptações, sempre querendo pôr um ar família a tudo (vide Príncipe da Pérsia - Areias do Tempo, que eu gostei no todo).
John Carter possui elementos pulp, um ritmo legal de ação, sem prometer grandes coisas, uma história mirabolante; promete apenas aquela diversão gostosa, aquela aventura divertida.
Não me cansei assistindo (e teve gente que disse que era cansativo e chato). Provavelmente por esperar apenas um filme de aventura, daqueles que os bons anos 1970, 1980 e 1990 souberam produzir tão bem. Creio que seja isso que me agradou.
A Pixar fez um bom trabalho com o CGI, tornando criaturas e máquinas muito reais, os pulos do protagonistas totalmente delirantes (teve momentos que notei semelhanças com God of War e Prince of Persia), as lutas muito fodásticas, as paisagens marcianas deslumbrantes e os efeitos incríveis.
E a Disney tenta amenizar as coisas, mas aquela carnificina com orquestra e lembranças dolorosas, o sangue (azul) jorrando, uma mão decepada, espadas atravessando corpos... Isso foi muito foda!
Mal na bilheteria estadunidense (pátria do criador do personagem e da série), bem recebido aqui em nosso país (que só conhece o ilustre Tarzan em sua maioria)...
Coisas que nem Jobs (criador da Pixar) ou Walt Disney (a quem o Burroughs mostrava respeito pelo trabalho de animação e dizia que o seu Tarzan seria bem representado em suas animações, o que ocorreu décadas depois) conseguiria explicar.


  • E meus comentários acerca do filme são...
PQP!
Um dos melhores filmes que vi neste ano! Sem palavras!
Tem falhas, tem!

Dura o tempo que tem de durar. Tem o ritmo adequado, brinca com as intertextualidades (John Carter volta e meia dizendo "UMA PRINCESA DE MARTE", em referência ao livro, ou o seu sobrinho ser o EDGAR RICE BURROUGHS e no final ele sugerir para o garoto se divertir, se apaixonar e escrever um livro...).

A ação é de tirar o fôlego. Você rir, torce, fica ali assistindo, aguardando algum movimento, algum sangue jorrando, uma batalha, qualquer coisa.

E, bem, por culpa dos norte-americanos não vou saber por tão cedo o que aconteceu em Marte nos 10 anos que John Carter (de Marte, no final do filme) esteve aqui na Terra, numa busca imensa para retornar (viagem astral me lembrou Avatar, de James Cameron).

Fiquei triste por ver um filme baseado num livro que inspirou épicos, como Star Wars, Duna e tantos outros ser reduzido a um imitador de filmes inglórios a sua fama, o que resultou, infelizmente, num fracasso de bilheteria.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Uma balada fantástica... para retornar

Uma balada para iniciar as atividades neste blog dedicado a literatura.

Balada da Sílfide Dançarina
Alec Silva


A sílfide voa alegre pelo ar,
Sob o hino das salamandras a dançar,
Com um duende a lhe olhar,
Beija-flores a lhe acompanhar.
A dança que a faz se agitar
É a dança da brisa do mar
Que faz o campo se movimentar
E a for se despedaçar.

O jardim é um bom lugar
Para uma criatura querer habitar,
Tão mágico para se morar!
A sílfide começa a cantarolar
Enquanto os seus pés continuam a bailar,
As asas a fazê-la voar
E os olhos negros a brilhar
Com a magia do salamandrar

Ela pousa na roseira a desabrochar,
O aroma da rosa começa a aflorar,
Em nenhum espeto quer se furar.
A noite chega devagar,
Alua começa a tudo iluminar.
E continua a sílfide a se entregar
Na dança que não  deseja parar
Sob o brilho do luar.

Paasinhos suaves de um belo dançar,
Dança a sílfide o salamandrar,
Ora no sólido, ora no ar,
E nem se preocupa em parar.