sábado, 30 de julho de 2011

Pseudônimos

Olha eu aqui de volta!

Em meu rodízio para manter meus 100 blogs atualizados, parei por aqui para justificar umas coisinhas que em breve vão começar a surgir.

Recentemente, para o bem da minha literatura, adotei outros 2 peudônimos: Alécio Silva e Alastair Dias.

O que isso significa?
Bem, significa que agora você terá muita coisa minha para ler...
Como assim?!
Já explico!

Como alguém deve saber, sou fantasista desde muito moleque, mas também me inclino para a poesia, e agora para o gótico (baixei tantas música gothic metal que chega a assombrar). E como serei taxado pelas minhas obras fantasiosas, como Ariane, resolvi arriscar outros gêneros. Aí veio a indagação quase filosófica de que seria estranho escrever para crianças, jovens e adultos com o mesmo nome, entende? Eu acabaria perdendo leitores.

Então, conversando com Alfer Medeiros, acabei vendo que o caminho era adotar outros nomes, para outras obras que não englobem os infanto-juvenis e juvenis. Legal, né?!

Vai funcionar assim: quando você ler algum pseudônimo numa obra, seja poesia, conto ou livro, saberá o que provavelmente quer dizer:


Alec Silva = "Pode ler à vontade! Talvez tenha alguma violência ou insinuação erótica, mas nada grave. Basta ter consciência e idade para seguir na leitura. Se for para criança, vá fundo!"







Alécio Silva = "Se você é romântico, é para você. Pode ter temas espirituais e religiosos. É uma leitura mais leve."









Alastair Dias = "Quer ver o bicho pegar, hein?! Pode seguir em frente. Poderá ter muita violência, sexo, bizarrices. O risco é todo seu!"




Deu para entender como vai funcionar, não?
Agora, uma parcelinha das bizarrices de Alastair Dias:


"A pistola apontada para a cabeça e um prato nojento de carne humana eram coisas que amedrontavam a todos, pois ou comiam o que lhes era oferecido ou levavam um tiro no meio da testa, acabando com aquela existência degradante. Claro que os infelizes acabavam comendo aquilo, apesar de muitos preferirem a morte e não terem coragem de abraçá-la.
O sabor da carne crua era nauseante, sobretudo se a mente lembrasse ao estômago que era de um homem ou uma mulher — ou criança, na mais extrema hipótese. Talvez a fome ajudasse na execução da refeição, mas a maioria tinha muita dificuldade para ingerir o alimento.
Os soldados se divertiam ao verem aquelas raças inferiores comportando-se como animais, como de fato eram e pregava o Führer. Um ou outro chutava uma das cobaias apenas pelo prazer de humilhá-la mais um pouco ou matá-la com um tiro na cabeça, espalhando os miolos pelo piso e obrigando as outras a comerem-nos. "
Este trecho pertence ao conto O Formigueiro, que estará na íntegra no e-book Os selvagens cães cadáveres de guerra, organizado por Rochett Tavares.
Bem, até mais! 

Nenhum comentário: