quarta-feira, 29 de junho de 2011

Os Herdeiros dos Titãs - Promoção "Um livro por quinzena"

Até o fim do ano, o blog Os Herdeiros dos Titãs sorteará um livro a cada duas semanas para os seguidores do blog. Os sorteios serão às quartas-feiras, sendo o primeiro dia 13/07. Para participar, é muito simples:

1) Ser seguidor do blog publicamente.
2) Comentar em alguma postagem a partir desta data e/ou twitar sobre a promoção.

Cada comentário em uma postagem do blog conta como um número para o sorteio, e cada tweet também. Será permitido um tweet a cada doze horas.
Feito o tweet, basta preencher o formulário no post da promo com o nome de seguidor do blog e o link da postagem.
Passadas as duas semanas, será revelado o vencedor do sorteio, e se iniciará uma nova promoção, sendo necessários novos comentários/tweets para participar.

No tempo oportuno, será postada a foto de cada vencedor com o livro.

Boa sorte a todos!

domingo, 26 de junho de 2011

Meus Projetos Literários #1

Outra vez aqui para falar sobre minhas ideias...
Hoje vou listar os projetos que estou me dedicando sempre que possível...

PROJETOS INDIVIDUAIS:
  • A Fábula Inacabada - O Templo de Amistechyx
  • O Mistério dos Sete Mafagafinhos
  • Ilusão (título provisório)
  • Guardiões das Letras
PROJETOS EM PARCERIA:
  • Se7e Visões - Ambição (com outros seis autores amigos)
  • Efeito Lunar - Minguante (com Hayane de Souza)
  • Green Death (convidado por Alfer Medeiros)
  • Os Anéis e a Terra (título provisório, em parceria com Eric Musashi)
  • Coletânea de contos que estou organizando com a Irmandade Literária e a RHS Editora
  • Coletânea de contos e noveletas sombrias que estou participando com Hayane de Souza e Renato Dieckson
Por ora, é isso aí...



BÔNUS TRASH:

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Minhas Obras

Olá!
Voltei para mais uma postagem sem muita utilidade!

Em recente conflito estava eu pensando "Por que não postar uma lista bem atualizada de meus livros escritos desde 2007?"...
Ideia muito boa, não? (Não)
Bem, vamos ao que não interessa:

2007
Ariane

2008
O Último Suspiro de Amor
Flor Negra (impublicável)

2009
O Jardim da Eternidade - O Despertar do Caos
O Jardim da Eternidade - Profecias
A Rosa dos Imortais
O Último Beijo - Guardiões do Sopro

2010
O Colecionador de Sílfides
Alz Gaia - Príncipe Valentim
Alz Gaia - Princesa Sofia
Alz Gaia - Crônicas Vindouras
Bogatires, Homens e a Guerra dos Opostos
O Jardim Celestial de Guilherme
Zarak, o Monstrinho
O Enigma do Cubo
Crônicas Gaienses - A Princesa e o Escravo
A Fábula Inacabada - Pedras Elfo-Fádicas
A Fábula Inacabada -Diários Fairy-Stone
A Fábula Inacabada -Viagem ao Redor do Mundo



2011

A Fábula Inacabada -Mares do Oceano Desconhecido
A Fábula Inacabada -Numiária
A Fábula Inacabada -A Era Efêmera
O Homem da Máscara de Porcelana

Minhas Notas do ENEM 2010

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias575.0Presente
Matemática e suas Tecnologias643.6Presente
Ciências Humanas e suas Tecnologias642.9Presente
Ciências da Natureza e suas Tecnologias552.4Presente
Redação700.0Presente

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Análise Literária - O Herdeiros dos Titãs - De lutas e ideais (Eric Musashi)


Título: Os Herdeiros dos Titãs - De lutas e ideais
Autor: Eric Musashi
Gênero: Literatura Fantástica, Aventura
Editora: Giostri

 Análise Gráfico-Editorial

Cheguei do trabalho e vi o livro sobre a cama, fiquei emocionado (sem exageros). Folhei-o e me deparei com um gráfico incrível, algo digno de um épico clássico.
Sem demora, vamos aos pontos principais, não?

CAPA: É uma imagem muito boa, cheia de detalhes que só poderão ser vistos no decorrer da leitura, pois vamos olhar a capa e nos perguntar “Quem diabos é essa moça?”. Só me chateou o branco em excesso, que mancha facilmente (ah, vá!), o que estraga a beleza do desenho. NOTA: 9,5
DIAGRAMAÇÃO: Fonte perfeita, itálicos no momento certo, glossário com curiosidades ali e aqui, mas — sempre o MAS — me decepcionou a mania econômica de sintetizar parágrafos, unindo frases de diálogos e narrativa em um só (já vi isso em Harry Potter, em As Brumas de Avalon, etc).  NOTA: 7,5
REVISÃO ORTOGRÁFICA: Nova Ortografia?! Bem, não sei como, mas achei algumas poucas palavras na velha ainda, uma discordância num termo (Desrã/Dezrã), entre outros deslizes básicos.  NOTA: 9,0
O MAIS BACANA: Os detalhes na parte inferior das páginas, que deu um charme bacana a obra. NOTA: 10

Análise Literária

Como escritor, sou bem falho, mas como leitor, sempre exijo o máximo do que leio. E ultimamente estou bem crítico (hehe).
E aqui estão os meus pareceres.

ENREDO/TRAMA: Ao ler o primeiro parágrafo, tive a imagem de uma história clichê (“homem guerreiro, rico e poderoso conhece moça simples, pobre e linda num lugar cujo dono é mau-caráter” — isso sempre acontece em filmes e livros muito RPGescos, já notaram?), mas conforme avança a saga, o preconceito logo é derrubado. Os vários focos da trama, os mistérios, a filosofia, etc e tal, tornam interessante, fazendo-nos pensar. NOTA: 9,5
PERSONAGENS: Distintos, humanos, ou seja, têm defeitos até a tampa, sempre em busca de algum ideal — ou perdão, como acontece com um dos protagonistas, que matou a esposa e tem o ódio do filho, o outro protagonista. Há uma variedade enorme de pessoas, quase todas exóticas e cheias de segredos (prestem atenção na Rainha-Deusa, certo?), além de um equilíbrio físico e psicológico. NOTA: 9,5
DIÁLOGOS: (hehe) Sabe o que detesto nas novelas da Record (mais do que todas as outras)? Os diálogos bem ensaiados e monólogos longos demais, ou as conversas politicamente corretas. A obra em questão, infelizmente, chegou algumas vezes a tal ponto, apesar de a maioria ser muito bem escritas e pensantes, algo que raramente encontramos em livros do gênero. Outro ponto chato (e que já fui criticado, por isso o destaco) é a repetição dos nomes durante as falas. NOTA: 8,0
NARRATIVA: Ora simples, ora complexa, a narrativa é muito fluída, rica em detalhes nos pontos em que devem ser e carentes em momentos que alguns considerarão pueris — para mim, não houve problemas. Houve partes que me atraíram mais, outras menos. Há ainda uma intimidade entre narrador e ouvinte (leitor), o que torna Os Herdeiros dos Titãs – De lutas e ideais uma história viva e real.  NOTA: 9,5
ESTILO: Um estilo que lembra um pouco o meu (não sei se é elogio ou ofensa ^^), tornando o livro uma leitura prazerosa por mediar a frequência de detalhes e informações, sem deixar de contar o que deve ser contado.   NOTA: 9,5
RECURSOS ADICIONAIS: Excelentes insinuações eróticas, filosofia de primeira, um masu-up de culturas antigas, personagens, armas, vestuário e lugares tão exóticos que parecem ter sido retirados de um jogo ou de um sonho, tudo isso torna a obra uma viagem ao que poderia ter sido a Atlântida (spoiler!), uma obra que se assemelha a tantas que recontam lendas. NOTA: 9,5
CRIATIVIDADE: Lutas magníficas, temas atuais, reflexões, referencias a culturas antigas, guerreiros com espadas poderosas (pensei em Final Fantasy), intrigas, mistérios (“Por que Teóder matou a esposa, Faná?”), um enredo cheio de surpresas e teias que vão lentamente se unindo. Há dragões, deuses, Titãs e outras criaturas mitológicas são citadas, mas só devem aparecer na sequência (ah!). É uma fantasia colossal, modesta e realista (hein?!). NOTA: 10

Meus Comentários como Leitor

Ganha os selos Altamente Recomendado e Dica de Leitura 4 Estrelas (5 Estrelas só para clássicos).

É uma leitura produtiva, muito diferente de livros similares, que se baseam em RPG (gosto de ler sobre o tema, mas não de ler livros que parecem). Ganhará leitores de fantasia, mais precisamente apreciadores da baixa e da leve, ou leitores da história alternativa (ou de todas), além de agradar leitores de História (no blog tem até uma enciclopédia).

Admito que esperava uma obra cheia de lutas sangrentas, mas houve poucas — todas bem detalhadas, o que valeu muito a pena. Li e me encantei, adotando alguns personagens (lamento dizer que Arion não me agradou muito. Ele foi muito bobo e idiota com Ariádan — ANAGRAMA: Ariadna = Ariana = Ariane hehe). Aguardo agora o próximo volume (anterior que não seria, né, Alec?).
 
Parabéns ao autor, Eric Musashi, pela ideia fantástica!

A nota final, somando e divindo tudo, é 9,2!



domingo, 12 de junho de 2011

Bônus Trash Junho: Dia dos Namorados

E aí, namorandos e desnamorandos (ontem foi o Dia dos Desnamorados, meu dia, ^^), tudo beleza?

Quais os motivos que me fizeram sair de casa e vir até aqui, escrever sobre (?!) este dia que nem a mim pertence?

Bem (cara de cínico), hoje vou dar uma dicas para os manés de plantão! (haha) Sim, pois embora desnamorando, sei algumas coisas sobre o amor (atchim!), como fica evidente (ou não) em Ariane e outras histórias que ainda nem mencionei pela blogosfera.

Fuçando a Internet, achei algo muito bom (sem cinismo) e que aqui compartilho. Tudo em parêntese ( ) é meu, ok?
(Não plagiei nada, ok? O link para o original é este aqui!)


 

Como saber quando alguém não está tão a fim de você?

Dra. Rosana Braga
Consultora 

 

Bem, de verdade mesmo, quando o intuito é saber o que uma pessoa está sentindo, o modo mais seguro e simples seria o óbvio ululante: perguntando para ela! Entretanto, considerando que nem todos conseguem ser tão diretos e sinceros – seja para perguntar ou para responder – especialmente quando o assunto é sentimento ou desejo, esta pode não ser a forma mais eficiente. Sim, é difícil ser óbvio, na maioria das vezes. E talvez seja por isso que os relacionamentos nos desafiem tanto!

Portanto, se você não pretende perguntar, ou ainda, se já perguntou, mas a resposta obtida não te convenceu, sugiro que lance mão de duas ferramentas próprias também bastante eficientes: a observação e a intuição.

A observação servirá para você diferenciar as atitudes de quem está a fim e de quem não está, seja de você ou de qualquer outra pessoa. E a intuição servirá para você se dar conta do que acontece ao seu redor e que nem sempre é tão evidente. A intuição é uma espécie de linguagem do coração: nos dá respostas que as palavras, muitas vezes, não conseguem.

Entretanto, penso que mais fácil do que identificar as ações de alguém que não está a fim de você, seja constatar as ações de quem está a fim. Lembre-se de que gostar de alguém não tem a ver somente com palavras, mas principalmente com atitudes. Afinal, não basta sentir, é preciso agir de modo coerente com tais sentimentos. Então, fique de olho nessas dicas de como se comporta alguém que está a fim de você:


- Quem está a fim, demonstra interesse, quer saber da sua vida, do seu dia, dos seus planos e desejos.

(MESMO QUANDO VOCÊ É UM CHATO DE GALOCHA E SÓ SAIBA FALAR DE FUTEBOL. SE ALGUÉM O OUVE, RI DE SUAS PIADAS SEM GRAÇA, OU É CÍNICO OU ESTÁ AFIM DE VOCÊ, SACOU?)

- Quem está a fim, quer te ver, quer marcar um café, um cinema, uma balada ou um simples “esbarrão” onde seus caminhos se cruzam...

(FAÇO ISSO COM TODA A CERTEZA! ^^)

- Quem está a fim, liga, manda mensagem, torpedo, carta, sinal de fumaça, qualquer coisa... mas não desaparece!

(TEM UMA PESSOA QUE ATÉ JOGOU O CHIP DO CELULAR FORA POR CAUSA DE MINHAS LIGAÇÕES QUASE DIÁRIAS!)

- Quem está a fim, cumpre o que promete. E quando não pode cumprir, se justifica, se explica, pede desculpas.

(PUTZ! SERÁ QUE A ROSANA ME CONHECE?!)

- Quem está a fim, não vive inventando desculpas duvidosas ou esfarrapadas para os recorrentes sumiços ou “furos”.

(QUANDO AS INEVENTA, É PARA FINGIR QUE NÃO TEM INTERESSE.)

- Quem está a fim, sente saudades, reclama sua ausência, esforça-se para viabilizar um encontro, nem que tenha de fazer parecer mera “coincidência”.

(UMA DICA: SE TIVER CARA-DE-PAU, COMENTE QUE SENTIU SAUDADE, VIU?)

- Quem está a fim, dá um jeito de descobrir do que você gosta, porque o que mais quer é te agradar, surpreender, conquistar, seduzir...

(FIZ ISSO HÁ POUCOS DIAS, E SEMPRE FAÇO. PARECE COISA DA RAÇA HUMANA...)

- Quem está a fim, não vai embora só porque vocês discutiram, não desiste de você depois do primeiro obstáculo. Quem está a fim, persiste, insiste, tenta até o fim...

(AGORA SIM ME ARREPIEI!!!)


E por essas e outras, você já pode ter uma noção da diferença entre quem quer e quem não quer estar com você. Eu sei que quando a gente está a fim, quer dar mais uma chance, tentar conquistar, tentar mudar o panorama desfavorável. Ok! Não há nada de errado nisso! No entanto, fique atento para não extrapolar seu próprio limite.

Se o outro insiste em dizer ou demonstrar que não quer, que não é a melhor hora, o ideal mesmo, para não se machucar e detonar a sua auto-estima, é amargar alguns dias de rejeição e, em seguida, partir pra outra. Bola pra frente. Não vale a pena ficar investindo toda sua energia numa pessoa que já deixou claro que não tem espaço para você na vida dela.

E tome bastante cuidado principalmente com aqueles que adoram levar o outro “em banho-maria”. Num dia, são românticos, carinhosos, queridos, apaixonados. No outro, desaparecem ou são grosseiros, frios e te tratam como se você fosse um intruso, insistente e chato. Fuja desse tipo de gente, porque são sinônimos de sofrimento intenso. São enlouquecedores!

Muito pior do que um claro “não”, é um constante “sim-não-sim-não-sim...”. Isso, ninguém merece! É jogo sujo, golpe baixo, covardia...


  ^^

Viu?!

Se você é uma pessoa que faz algo do tipo para/por alguém, está afim dela. Mas, se alguém faz isso por você, pelo amor de Deus, para agora de ler isto e vai correr atrás de sua felicidade, oras!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Parcerias, amizades, livros e afins

Hoje vou postar uma coisinha aqui que eu venho há dias pensando. Não tem muito a ver com a obra em si, mas como ela surgiu. É uma postagem que será publicada em todos os meus blogs, portanto, sintam-se à vontade para visitarem todos e comentarem...

Certa manhã, nesta semana, eu sentei-me em frente a árvore que figura o
capítulo 13 de "Ariane" e uns 3 capítulos de "Alz Gaia: Príncipe
Valentim". Senti o vento da manhã, vi pessoas passando, senti a grama e
as formigas me mordendo... Pensei em tudo, em cada coisa que fez mudar
minha vida... Lembrei-me de minha vida até aquele presente momento...
Chorei, admito... Eu perdi muita coisa que amava: minha família se
despedaçou, meus amigos mais valorosos foram embora, meus amores, minha
namorada mais recente... Aí vem a depressão... A falta de fé...

Mas,
o que nunca me abandonou? A literatura! Ela sempre esteve em todo o
curso de minha vida... Não porque ela faz parte de mim, mas porque eu
faço parte dela... Por isso, não abandonarei jamais esta companheira que
já me deu tantas alegrias, tristezas, surpresas, amigos e filhos, os
meus livros. Vai ser difícil, eu sei...

Enfim, não estou bem
ainda, pois perder um garnde amor nos machuca, sobretudo quando ambos
ainda se amam, mas é preciso enxugar as lágrimas ou não deixá-las cegar
sua visão. É preciso aguentar a dor e caminhar, rumo aos seus sonhos... A
dor pode ser insuportável, mas teremos que suportá-la... A caminhada é
longa, e há muitos caminhos a seguir...

sábado, 16 de outubro de 2010

 


 Se hoje estou aqui escrevendo, em grande parte devo a Deus, que me deu o dom da escrita, e a amigos que conheci no decorrer de minha caminhada literária. Esta postagem, amigos, é para cada um de vocês que aqui destaco:

ALFER MEDEIROS

Sabe aquele cara que é gente boa, critica o que deve ser criticado e ajuda quando mais precisamos? Bem, este cara é Alfer Medeiros, autor de Fúria Lupina, parceiro no Projeto Se7e Visões e meu padrinho literário, pois foi graças a ele que hoje Ariane tem uma editora, pois o cara pegou os arquivos de mostrou a uma amiga que estava montando uma editora.

Deu altas dicas sobre literatura, foi paciente e me ajudou, além de ajudar outros na mesma situação que eu.

Pô, valeu, meu amigo! Espero um dia poder retribuir uma parte e tudo o que você fez por mim.


 PAUL LAW

Outro cara muito gente boa, um divulgador de novos autores. Nossa amizade iniciou-se no Bookess  e se estendeu a Orkut e afins.

Ele deu notícias antes mesmo de eu ter certeza, o que sempre se confirmou e sempre se empolgou com pequenos progressos de muitos caras que sonham ser escritores.

Talvez isso explique o fato de se autodenominar "menino grande".

Sucesso a você e a Ester e tantas outras obras que estão por vir.




RENATO DIECKSON

 Fundador da RHS Editora, escritor e poeta, um amigo que me apoiou em alguns momentos, aconselhou-me e coisa e tal.

Desejo a você todo o sucesso do mundo com seus projetos e que um dia possamos fazer uma boa parceria em algum projeto, certo?







ERIC MUSASHI

Autor de Os Herdeiros dos Titãs e tantos outros livros, é a terceira pessoa no mundo literário com quem fechei parceria, o que vai resultar numa fantasia científica.

O bacana é que aqui um ajuda o outro, um aponta o que o outro deve ou não fazer, surgindo sempre conversas longas e produtivas a ambos os lados.

Sucesso, amigo!


DANIEL RODRIGUES

Ele não escreve, mas é um grande leitor.

Se não fosse este cara, eu não teria hoje Ariane, pois a teria queimado numa crise depressiva.

 Sempre me aconselhou e me ajudou.

De todos os que aqui cito, é o único que é um irmão.






GLEICIANE DOS SANTOS

A única pessoa que pode se orgulhar (ou se lamentar, nem sei) de ter lido quase tudo o que escrevi, ler minhas ideias ainda brutas e recém-produzidas.

Ela me orienta e me pede um livro romântico, este o qual já prometi escrever.

Beijos, minha amiga do peito!


HAYANE DE SOUZA

A única escritora de fantasia que encontrei na cidade que moro. 

Foi encanto na hora, pois estava quase desanimando em escrever. 

Foi a segunda parceria literária que formei.

Estamos escrevendo juntos a tetralogia Efeito Lunar.

 

 

 

 

 

Para quem não citei os nomes, peço desculpas, mas estas pessoas são as que mais me ajudaram em momentos muito críticos. Os demais são importantes a seu modo e espero que não fiquem chateados (tarde demais).

 

Alec Silva

quarta-feira, 8 de junho de 2011

"Quando seu livro for lançado, você será apenas mais um nome num mar de gente. Mas se já for conhecido, mesmo que num pequeno nicho, muita coisa muda."

Criador e criatura.
Ele é escritor, fantasista, autor de uma coletânea de livros que recontam a história de um país muito conhecido. Ele é Eric Musashi, autor de Os Herdeiros dos Titãs! (Momento entrevistador Soares/Gabriela... hahaha)

Hoje nosso espaço vai para um cara que considero vencedor, pois foge da modinha literária atual ou seja, não escrevi o que você gosta de ler, mas o que ele gosta (e acabou agradando muita gente).

Vamos lá?


 
Alec Silva: Eric, quando você se descobriu escritor e quais foram as principais influências?
Quetabel será uma deusa ou uma farsa? (Arte de M. C. Krauss)
Eric Musashi: Eu sempre gostei muito de realismo. Na escola, se lê muito leitores nacionais, e eu gostava de algumas ironias de Machado de Assis. Mas o que mais gostei de autores brasileiros foi Alvares de Azevedo.
Para escrever, entretanto, busquei influências lá fora. Meu nome artístico não é Eric Musashi à toa: quando a editora pediu um nome forte, mesmo que fictício, resolvi homenagear um dos melhores livros que já li, e que era o meu favorito quando escrevi Os Herdeiros dos Titãs, em 2004. Musashi, de Eiji Yoshikawa.
Hoje, tenho outras fortes influências, que serão sentidas em futuros lançamentos. Dentre elas, a mais forte é James Clavell, autor de Tai-Pan e Shogun, e tido como criador do romance moderno.
Alec Silva: Quando surgiu a ideia para Os Herdeiros dos Titãs?
Uma antologia que deve ser lida e relida (ainda não li... --).
Eric Musashi: No final de 2003. Um amigo de uma seita esotérica vivia me insistindo para participar, me passava livros sobre o tema - de redação sofrível, aliás. Não citarei nomes para preservar o autor.
Então, como sempre gostei de história e mitologia, logo comecei a ler sobre Atlântida. E aí, vendo mitos de uma rainha que viveu por muitos séculos através de certos ritos não farei spoiler do livro 2, A Mão do Destino, ok? , imediatamente surgiu em minha cabeça a trama central, de Téoder, que ela obrigou a matar a própria esposa, e Arion, seu filho, em conflito com ele.
Logo no começo, eu já tinha o esqueleto da trama e o final, além das mensagens que seriam passadas. Comecei, então, a criar o mundo, baseando-me em muitas coisas. Há fortes influências ali de ideais nórdicos (o paraíso alcançado pela bravura) e do Japão feudal (senhores feudais líderes de clãs guerreiros e militares numa camada superior aos civis), mas fui influenciado por muitas outras coisas. O resultado foi um mundo único, muito além do que eu imaginava de início. Pensei, "bem, escreverei umas 200 páginas", e quando vi, já tinha material para cinco vezes isso.
Alec Silva: Desculpa a comparação, mas é inevitável não pensar em Tolkien. Tal comparação, para você, é um elogio ou uma ofensa? Por quê?
Eric Musashi: Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Tolkien, embora não tenha sido o primeiro a criar um mundo fantástico (Conan, de Robert Ervin Howard, o precedeu e, ao meu ver, foi mais bem-sucedido na tarefa), é a referência quando se trata do assunto. Assim, embora meu estilo seja outro, uma comparação é tida como elogio. Por quê? Pois quando se compara com Tolkien, o intuito é mostrar que se conseguiu a originalidade e a complexidade em nível semelhante.
Diferente de Tolkien, escrevo num mundo mais humano, sujo, cheio de defeitos e privações. Meu mundo tem países, dentro desses países, classes sociais e rivalidades entre culturas. Tem sotaques, as línguas se transformam sem parar ao longo dos anos, os governos são corruptos, o comércio enriquece e arruína pessoas e nações. Existem lugares em que os costumes se degradaram e a família ruiu (como em Catebete)... Bem, toda sorte de diversidade, como no nosso mundo. E, também como no nosso mundo, não há nada ideal, como os elfos de Tolkien.
Uma fantasia simples e encantadora.
Meus dragões são animais do mundo palpável que não cospem fogo, não há raças humanóides há, por outro lado, etnias de culturas de humanos , e o que se pode chamar de "magia" é o potencial inato do homem de moldar a realidade. Acho que está mais para ficção científica.
Alec Silva: Ou fantasia cientifica?

entrevista.
Eric Musashi: Não sei, pois não há tecnologia avançada. O ideal é classificar como fantasia épica, mesmo.
Alec Silva: Por que esperou tanto tempo para publicar a obra?
Eric Musashi: Pode ter certeza de que não foi uma escolha minha! Faltou grana, mesmo. Eu entrava em contato com as editoras, e, sem nem conhecer o livro, diziam a resposta-padrão: "Não publicamos novos autores."
Então, desiludido, continuei fazendo o que mais gosto: escrevi! Criei outros livros, e hoje não me arrependo de não ter insistido em publicar o livro na marra. Houve editoras de médio porte, como a Litteris, que me mandaram o contrato na carta-resposta, mas eu não tinha condições de pagar.
Mapa da ilha-continente.
O melhor disso é que pude mudar algumas coisas no passado de Grabatal, e era livre para isso, pois não havia nenhum livro lançado. Melhorei, inclusive, a redação dos primeiros capítulos de Os Herdeiros dos Titãs - De Lutas e Ideais. Mas num propósito me mantive: não mudar nenhum acontecimento, ou o roteiro.
Hoje, sou um autor com um livro lançado de oito por lançar. Acho bom, isso.
Alec Silva: Na cronologia, quais são os títulos até o momento que abrangem o universo que você criou?
Eric Musashi: Os Herdeiros dos Titãs, que a editora propôs como trilogia (beiram mil páginas), farei como dualogia: De Lutas e Ideais, já publicado, e A Mão do Destino, para muito em breve.
Em seguida, na ordem que foram escritos, temos Linara, de cerca de 600 páginas, que se passa em Ticêmis, nação perto do Mar Côldius (Cáspio), cerca de três anos depois do fim de Os Herdeiros dos Titãs.
O Trono do Dragão, em dois volumes, O Conto (300 páginas) e O Relato (550 páginas), em Maral, nação do leste asiático, que começa uma década e meia antes de OHdT, e termina quatro anos depois.
A Montanha e o Mar, uma trilogia: O Jatitano (380 pgs), De Sangue e Natureza (390 pgs) e Além da Verdade (360 pgs). Este, novamente em Grabatal, começa quinze anos depois de OHdT, e termina após cinco anos. Traz uma nova realidade, que já será meio deduzida com o desfecho de Os Herdeiros dos Titãs.
Além desse, há Antologia dos Titãs, contos, noveletas e uma novela escritos em 2010 e 2011, desde 38 séculos antes de OHdT até mil anos antes. Está publicado em ebook no Bookess, e em breve sairá para Kindle e outros leitores pela editora Cultura. É o passado que levou um truculento povo de guerreiros até o complexo Reino de Atala.
Uma das capas mais lindas que já vi.
Alec Silva: Além dessa enorme cronologia, quais são seus projetos literários daqui para frente?
Eric Silva: Ainda reluto em deixar esse universo. O meu compromisso é trazer sagas que podem ser lidas independente de outras, embora se passem no mesmo mundo. É assim com as quatro sagas citadas, e também com a Antologia.
Assim, um projeto futuro é escrever uma dualogia em Leongraba (como os atalais chamam as Américas), cerca de 100 anos depois do fim de A Montanha e o Mar.
Também enviei um conto para o concurso FC do B, concorrendo a uma participação na terceira edição (2010-2011).
Além disso, fora desse mundo, tenho um projeto relativamente adiantado com meu ilustre entrevistador.
Alec Silva: Isso ainda vai ficar em top secret.
Eric Musashi: Bem, não falei nada além da existência. (risos)
Alec Silva: Para concluir, quais dicas você daria a um aspirante a escritor, algo que não lhe disseram quando você era um?
Eric Musashi: Posso dar muitas dicas, pois aprendi quase tudo por tentativa e erro - e não precisa ser assim com todo mundo.
A primeira coisa, é se fazer conhecido. Crie um blog, faça uma conta no twitter, poste trechos de seu livro, capítulos, contos relacionados. Quando seu livro for lançado, você será apenas mais um nome num mar de gente. Mas se já for conhecido, mesmo que num pequeno nicho, muita coisa muda.
Quando for publicar, brigue para que saia como quer. Falo desde a diagramação até a capa e o preço. As editoras gostam de impor, mas elas o fazem enchendo suas argumentações de motivos e explicações complicadas. No fundo, aproveitam-se do fato de você ser um inexperiente. Por sorte, meu livro saiu com uma capa linda, que vive sendo elogiada, e diagramação idem. Mas o preço saiu alto costume no Brasil, infelizmente. O resultado é que vendo no que acho justo, e pouco a pouco vou retirando meus livros de lá, para vender sozinho.
Outra dica: submeta seu texto à leitura de outros autores. Não basta que um amigo intelectual leia; é bom que seja outro autor. Ele apontará coisas que quem não escreve, ainda que não ache satisfatória certa passagem, não saberá apontar.
O livro e eu.
Bem, no mais é: escreva sempre. Se terminou um livro, e não consegue publicá-lo, siga dando vazão às ideias. Quando começar a publicar, poderá escolher, avaliar, comparar seus próprios trabalhos. E terá todo um universo a ser exposto para os leitores.
Alec Silva: Agradeço pelo tempo cedido a uma entrevista.
Eric Musashi: Eu é que agradeço pela oportunidade, Alec. Para quem quiser conhecer melhor minha obra e seu mundo, deixo o endereço do blog dedicado a ela.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Parceria - Alec Silva & Outros Escritores, Projeto Se7e Visões, Crazy Artística e Irmandade Literária

Olá, amigos!
Tudo bem com vocês?
(hahahahahaha)
Estou aqui em nome dos três projetos acima para convidá-los a participar de nossa enorme campanha pela literatura nacional. Sou um escritor, um fantasista, um poeta, um dramaturgo, etc e tal, portanto sei as dificuldades encontradas no meio literário. Por isso, há 2 anos, com um amigo, criei a Crazy Artística (ainda em manutenção), projeto no qual reúno artistas para se ajudarem e mostrarem a força de seus talentos; apenas este ano estamos começando a dar passos um pouco maiores.
Há pouco tempo, com algum sucesso, desenvolvi o blog Alec Silva & Outros Escritores , no qual tento unir os escritores e leitores que se interessem em divulgar alguma coisa legal, como a sua criação literária. Está começando a dar certo, graças a Deus!
E por fim, da união dos 2 projetos anteriores, surgiu a ideia do Projeto Se7e Visões, que teve uns contratempos, mas sairá este ano. Ainda é cedo para dar mais detalhes, mas tem a ver com contos dentro de uma temática, porém não selecionamos contos, e sim autores. 
Parece vago o que escrevi acima (e é), porém a parceria com a Irmandade Literária e a RHS Editora confirmam que podemos dar passos pequenos sem muita pressa. Já conversei com a criadora da Irmandade e estamos negociando com Renato Dieckson sobre uma proposta que torço para dar certo.
Caso alguém se interesse em participar de algum desses projetos, pode me procurar por e-mail (iung-tao@hotmailc.com) ou deixar uma mensagem aqui abaixo.


Abraços,

Alec Silva.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

No meio da estrada



Naquela estrada vazia havia uma árvore tão encantadora que ultrapassava os limites do céu, suas folhas eram grandes e verdes, mas não era um verde comum, era um verde escuro com mexas claras.
Poucas pessoas paravam para observá-la, muitos passavam e se quer para ela olhavam, os passsaros procuravam nela abrigo e ali no meio do nada, em uma árvore perdida no meio da estrada faziam seus ninhos.
Um dia alguém que por ali passava, resolveu cansado ali parar e naquela sombra descançar, colocou seus pensamentos para funcionar e indagou com algo que jamais poderia imaginar.
Os pensamentos que flluiam a em sua mente não eram comuns, queria entender e não teve a chance. Por que aquela árvore resolvera nascer ali, sozinha e sem ninguém?
Só que essa história seria muito longa para se contar, penso que ninguém teria tempo suficiente a dispor, entretanto aqui estou e contarei como tudo começou.
Era sábado, um calor imenso, um viajante por ali passava em sua sacola trazia algumas frutas, chupava uma manga e depois de tê-la deixado apenas o caroço, o jogou no chão, sem saber que um dia aquela ação faria com que uma semente resultaria em uma árvore no meio da estrada.

Isaac Guedes

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