sábado, 23 de abril de 2011

Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas

Bem, em breve estarei publicando 3 livros.
Um deles, Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas, que em breve terá um blog, merece a atenção esta semana. Vamos ao resumo:


Apaixonado por histórias mitológicas, eu vi no gênero fantástico um meio de criar aventuras humanas, sem apelos e sem fugir da realidade, embora predomine em minhas histórias a magia, a fantasia, a imaginação criativa, a luta entre homens e deuses e monstros, sem ser por isso uma apologia a violência insana e ao lugar-comum.

Como leitor, a minha preocupação é transmitir uma mensagem positiva em cada obra escrita, é fazer o leitor sonhar e acreditar em seus sonhos, nunca perder a esperança e lutar pelos seus objetivos.

Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas reúne quatro histórias distintas em seu estilo, mas semelhantes no uso da fantasia e dos sonhos de um mundo, de uma vida melhor.

As quatro noveletas, escritas entre 2008 e 2010, narram as aventuras de criaturas movidas pelos sentimentos e emoções, que descobrem na força da amizade, na esperança e nos sonhos uma alternativa para viver.

Em Zarak, o Monstrinho, a primeira aventura, um jovem escritor descobrirá que um autor é também um criador de vida, que a imaginação é capaz de escrever o futuro e criar destinos incríveis. Em O Colecionador de Sílfides a aventura acontece quando uma amiga muito estimada é raptada; um jovem diferente e excluído da sociedade parte sem eu resgate, provando que a amizade, o amor e o perdão são mais poderosos do que qualquer plano maléfico. A terceira história, O Enigma do Cubo, é voltada a uma pergunta inquietante (“Estamos sós no Universo?”) que será respondida através de um objeto simples, porém poderoso; no final das peripécias os três envolvidos aprenderão mais sobre si do que poderiam imaginar. E a obra conclui-se com a dramática história de O Jardim Celestial de Guilherme, na qual os sonhos podem se tornar tão reais quanto um jardim; mas é aqui que o lado destrutivo do ser humano poderá pôr tudo a perder.

O quarteto aqui presente está em ordem cronológica, ou seja, inicia-se em uma simples aventura infantil, passa por infanto-juvenil, atravessa uma juvenil e finda numa mais adulta. Durante toda a viagem o mágico, o impossível e o fantástico estarão presentes, conduzindo o leitor por mundos e lugares maravilhosos.

Toda a obra, enfim, forma apenas um quadro resumido do homem, que nasce com sonhos, cresce e tende a destruí-los. É uma análise minha sobre a sociedade materialista e realista, que não permite que uma criança, um jovem, um adulto, um idoso possa sonhar como um poeta.


Alec Silva

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