quinta-feira, 28 de abril de 2011

Acreditar


Certa vez li um texto que dizia sobre acreditar e sobre ter certeza. Pendia para o lado da certeza, se me recordo bem. Aproveito para pedir desculpas ao autor do texto por não lembrar seu nome para poder citá-lo. Se me ver, peço que se pronuncie para que o erro seja reparado. No texto, nosso autor dizia que era preferível ter certeza a acreditar; que saber é melhor. Respeito-o, apesar de discordar.

Preparado é aquele que consegue acreditar; que pode lançar projetos e palavras sem ter certeza alguma, confiante de que o objetivo traçado será alcançado, ainda que desconheça como. Livre de procedimento, livre de precedentes e livre de amarras. Feliz é ele por ter essa liberdade.

Há momentos que nossos olhos nos mostram coisas que abalam nossa confiança; que tendem a nos fazer desistir. Temos que fechar os olhos neste momento, por mais que nos pareça difícil. Tenho testemunhado pessoas que desistiram e depois de sofrerem conseguiram o que queriam. Outras se empenhando de forma louvável para conseguirem, mas amarradas ainda ao fracasso, pois lá no fundo pensam “e se não der certo”. Tal pensamento contamina tudo.

Acredite. Não tenha certeza de nada, pois de nada vale ter provas sólidas de que algo vai acontecer se dentro de si há dúvidas. Acreditar, para mim, é não saber como nem se importar com isso. É saber que alcançaremos nossos objetivos e a questão se resume ao fator temporal. 

Abraços. 

sábado, 23 de abril de 2011

Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas

Bem, em breve estarei publicando 3 livros.
Um deles, Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas, que em breve terá um blog, merece a atenção esta semana. Vamos ao resumo:


Apaixonado por histórias mitológicas, eu vi no gênero fantástico um meio de criar aventuras humanas, sem apelos e sem fugir da realidade, embora predomine em minhas histórias a magia, a fantasia, a imaginação criativa, a luta entre homens e deuses e monstros, sem ser por isso uma apologia a violência insana e ao lugar-comum.

Como leitor, a minha preocupação é transmitir uma mensagem positiva em cada obra escrita, é fazer o leitor sonhar e acreditar em seus sonhos, nunca perder a esperança e lutar pelos seus objetivos.

Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas reúne quatro histórias distintas em seu estilo, mas semelhantes no uso da fantasia e dos sonhos de um mundo, de uma vida melhor.

As quatro noveletas, escritas entre 2008 e 2010, narram as aventuras de criaturas movidas pelos sentimentos e emoções, que descobrem na força da amizade, na esperança e nos sonhos uma alternativa para viver.

Em Zarak, o Monstrinho, a primeira aventura, um jovem escritor descobrirá que um autor é também um criador de vida, que a imaginação é capaz de escrever o futuro e criar destinos incríveis. Em O Colecionador de Sílfides a aventura acontece quando uma amiga muito estimada é raptada; um jovem diferente e excluído da sociedade parte sem eu resgate, provando que a amizade, o amor e o perdão são mais poderosos do que qualquer plano maléfico. A terceira história, O Enigma do Cubo, é voltada a uma pergunta inquietante (“Estamos sós no Universo?”) que será respondida através de um objeto simples, porém poderoso; no final das peripécias os três envolvidos aprenderão mais sobre si do que poderiam imaginar. E a obra conclui-se com a dramática história de O Jardim Celestial de Guilherme, na qual os sonhos podem se tornar tão reais quanto um jardim; mas é aqui que o lado destrutivo do ser humano poderá pôr tudo a perder.

O quarteto aqui presente está em ordem cronológica, ou seja, inicia-se em uma simples aventura infantil, passa por infanto-juvenil, atravessa uma juvenil e finda numa mais adulta. Durante toda a viagem o mágico, o impossível e o fantástico estarão presentes, conduzindo o leitor por mundos e lugares maravilhosos.

Toda a obra, enfim, forma apenas um quadro resumido do homem, que nasce com sonhos, cresce e tende a destruí-los. É uma análise minha sobre a sociedade materialista e realista, que não permite que uma criança, um jovem, um adulto, um idoso possa sonhar como um poeta.


Alec Silva

terça-feira, 19 de abril de 2011

Compartilhar é a palavra do momento.


Não é a toa que os grandes sites estão fornecendo ferramentas para que os internautas possam dividir aquilo que estão vendo na rede. Não é por acaso que podemos interagir com facilidade com a notícia. O motivo, caro amigo, é que somos nós quem fazemos a novidade se espalhar quando a dividimos. É um princípio antigo que ganha nova atenção: divide-se para multiplicar-se.

Semana passada, uma amiga indagou-me via facebook sobre meu livro Edissa. Perguntou-me sobre a razão ter alterado sensivelmente a história, posto que tinha lido parte do livro anterior. Sua indagação me fez refletir sobre compartilhar, já que foi o que fiz naquela época. Estava concebendo Edissa e já dividindo com meus amigos leitores o que produzia.

Sem querer, pude entender que o que fiz foi dividir a experiência de criar com aqueles que me acompanham. Como escritor consciente, quis trazer meus leitores para perto de mim quando estava criando. Isto pode ter gerado confusão, desapontamento e até mesmo indignação, já que estavam lendo algo ainda inconstante. Contudo, quis mesmo compartilhar com eles a feitura de uma história, mesmo que esta história fosse também para eles quando estivesse completa.
As vantagens de compartilhar, amigo, é que pude colher opiniões, perceber erros que meu ego me esconde. Percebo erros ainda e adoro quando podem ser descobertos. Nunca é tarde para repará-los e compartilhar é a ferramenta para descobri-los.

Outra amiga apontou-me erros de confusão em Edissa e também de digitação. Pude, graças a ela, achá-los e repará-los, não é incrível? Jovem amigo escritor recomendo que compartilhe sua história sempre que possível. Use a internet a seu favor; use os sites de leitura on line como o Novos Autores, Fóruns, Sites de Fanfics, Bookess e Issu para isso.

Descubra a mágica de ser sempre alguém em evolução; em movimento. Um desenho que nunca chega a ser arte final.

Abraços.

sábado, 16 de abril de 2011

TEASER: "ARIANE"

   Ariane sonhava com um amor verdadeiro...
                                                ... Alexandre queria apenas uma vida normal...
                     ... Mas ambos acabaram vivendo uma lenda que mudou as suas vidas...

... E agora mudará a sua.
 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A batalha sem ser do Apocalipse


Ganhei do blog Na Ponta do Lápis o livro do escritor Eduardo Spohr intitulado de “A Batalha do Apocalipse”. O meu livro veio autografado, inclusive. Foi um ótimo presente! A questão, caro leitor, é que com a chegada do livro passei a lê-lo e a ficar curioso tanto pela história quanto pela maneira com que ele se tornou tão conhecido.

A batalha que o Eduardo venceu e que não é do apocalipse, trata-se da barreira atinente ao conhecimento. Ele se fez conhecido. Tal batalha é árdua e vencê-la é uma façanha de poucos e deve ser elogiada.

Nosso autor conseguiu seu lugar ao sol fazendo parte de um grupo social denominado Jovem Nerd. Foi através deste grupo que ele se projetou para todos nós. Para você ter uma ideia, eis o link que contém todas as postagens sobre “A Batalha do Apocalipse” no Jovem Nerd:

O grupo fez toda a diferença para o sucesso do livro, caríssimos. O grupo é importante e tê-lo é fundamental. Entendo que precisamos das pessoas tanto quanto precisamos de nós mesmos para nossos objetivos. Trata-se de um trabalho de troca que tem a finalidade de destacar a todos.

Autores e leitores é o momento de formar grupos.
O próprio Eduardo nos explica:

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Alec Silva publicará livro




Alec Silva é aquele escritor que todos nós fomos um dia. Aquela pessoa que tem ideias mirabolantes quando está assistindo TV ou na escola; que não consegue frear sua imaginação. Tanto é que mesmo sem um Computador em casa, ele produz inúmeras histórias mágicas e sonha em um dia ser lido com mais frequência. Eis que este momento chegou.

Seu livro Ariane, que já foi destaque no blog Ester, na página de E-Book do Mês, foi aceito por uma editora para publicação. Ele disse o nome da editora, mas me foge neste momento. Mais informações em breve.

Descobri o blog oficial de Ariane, vejam: 

O escritor está também no Expresso dos Escritores Amadores: 

Para você que quer ler o livro enquanto ainda está on line:

Se acreditarmos como o autor que divulgo, podemos.

Um abraço.