domingo, 23 de janeiro de 2011

ALAIR DE ANDRADE


Seguindo o exemplo da minha amiga Mônica, vou fazer uma rápida apresentação.


Meu nome de trabalho é Alair de Andrade, tenho 17 anos, sou autor da série de livros Assassinatos. Não a nada divulgado do meu livro ainda, exceto um trecho do 3° capitulo no blog O diário de uma nerd.


Como sou o mais novo integrante do blog sou obrigado a lhes informarem que minhas postagens serão sobre os livros que leio, mas será postado abaixo o trecho do meu livro que fez sucesso no blog O diário de uma nerd.


Assassinatos - livro um

Eu me levantei da cama onde estava lendo Sonho de uma noite de verão e olhei através da persiana. Allan estava ali me olhando com um sorriso no rosto e uma rosa branca nas mãos. Fiz menção para ele sair da friagem da noite e os pingos fortes da chuva e subir para o meu quarto. Enquanto ele entrava coloquei minha camisola de renda branca para combinar com a rosa e o esperei. Assim que Allan abriu a porta seu corpo ficou apenas alguns centímetros do meu. Encharcado pela chuva e as botas de borracha enlameadas sujando minha casa por onde passou o grande amor da minha vida estendeu a flor para mim.

- É linda – foi tudo que consegui dizer.
- Não mais que você meu amor.
Envolvi-me em seus braços magros e ao mesmo tempo fortes e me deixei ser levada para a cama em meio aos seus beijos delicados.
- Eu estou pronta Allan Cortez. Estou pronta para ser sua – murmurei.
Ele despiu a capa de chuva e a colocou ao lado da cama com cuidado. Eu tirei a sua roupa molhada e suas botas.
- Você não sabe o quanto esperei por esse momento.
Abracei-lhe e murmurei:
- A sua espera acabou.
Fui envolvida em ondas consecutivas de beijos. Permiti-me deixá-lo tirar minha camisola branca. Suas mãos me acariciavam tentadoramente. Senti uma dor suportável que me fazia arfar. Suas mãos grandes passavam pelo meu corpo tão cuidadosamente que me senti amada, desejada e respeitada. Eu queria aquilo para sempre. O seu toque, o seu cheiro, ouvir a sua respiração funda e irregular, ver seu cabelo desgrenhado, sentir meu corpo pertencendo ao dele. Eu queria tudo aquilo cem vezes mais.
- Você é perfeito – eu disse a ele depois do sexo.
Estávamos de baixo dos lençóis e vi uma movimentação que ele fez. Foi como se ele estivesse caindo e usou a mão para se apoiar, depois estava de volta.
- Você acha? – perguntou.
- Sim. Em tudo você é perfeito.
- Não, não sou mesmo. – Allan subiu em cima de mim. Abri um sorriso. – Quero fazer uma coisa com você.
- O que você esta esperando?
Seu rosto mudou de feliz para serio em instantes.
- Quando transar com um homem certifique-se que ele não será o seu assassino! – Allan gritou e dos lençóis tirou uma faça.
Só tive tempo de gritar e sentir o meu peito sendo esfaqueado duas vezes pelo homem que eu tanto amava.

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